
Vendedor de Bananas
Ney Matogrosso
Orgulho e dignidade no cotidiano em “Vendedor de Bananas”
Em “Vendedor de Bananas”, Ney Matogrosso interpreta com leveza e energia o cotidiano de um vendedor ambulante, destacando o orgulho e a dignidade presentes em seu trabalho. O refrão repetido, “Olha a banana, olha o bananeiro”, não é apenas um chamado comercial, mas também uma afirmação de identidade e valorização do ofício. A música detalha as diferentes variedades de banana — nanica, maçã, ouro, prata, da terra, figo São Tomé, d'água —, ressaltando a riqueza cultural e a diversidade do trabalho, muitas vezes subestimado pela sociedade.
Composta por Jorge Ben Jor em 1973 e regravada por Ney Matogrosso em 1993, a canção ganha força ao abordar o contexto social da época, marcado por desigualdades e preconceitos contra trabalhadores informais. O trecho “Pois vendendo banana eu também tenho o meu cartaz / Pois ninguém diz pra mim que eu sou um pária no mundo / Ninguém diz pra mim vai trabalhar vagabundo” deixa claro o desejo de respeito e a recusa de estigmas. O personagem se dirige à mãe, reafirmando seu orgulho e sua honra, mesmo diante das dificuldades. A interpretação de Ney Matogrosso, conhecida por sua expressividade, reforça a mensagem de resistência e valorização do trabalho simples, celebrando a humanidade e o mérito em todas as profissões.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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