
Balada Do Louco
Ney Matogrosso
Liberdade e autenticidade em “Balada Do Louco” de Ney Matogrosso
“Balada Do Louco”, interpretada por Ney Matogrosso, questiona de forma direta o conceito de normalidade imposto pela sociedade. A música destaca que a verdadeira felicidade está em aceitar e valorizar as próprias diferenças. No trecho “Dizem que sou louco / Por pensar assim / Se eu sou muito louco / Por eu ser feliz”, o narrador assume o rótulo de "louco" com orgulho, invertendo a lógica social: para ele, louco é quem não consegue ser feliz sendo quem realmente é. O refrão “Mas louco é quem me diz / E não é feliz” expõe a hipocrisia de quem julga os outros, mas não encontra satisfação na própria vida.
As menções a figuras como Alain Delon e Napoleão ironizam os padrões de beleza e sucesso, mostrando que o narrador não se prende a esses valores. O verso “Eu juro que é melhor não ser o normal / Se eu posso pensar que Deus sou eu” aprofunda a ideia de liberdade de pensamento, sugerindo que autonomia e criatividade são mais importantes do que se encaixar em padrões. Composta por Arnaldo Baptista e Rita Lee e regravada por Ney Matogrosso, a canção se tornou um símbolo de resistência para quem se sente marginalizado ou incompreendido. Ao celebrar a autenticidade e a busca pela paz interior, especialmente no final com “Já não sou o único / Que encontrou a paz”, a música convida o ouvinte a repensar o que é ser "normal" e a valorizar a felicidade de ser fiel a si mesmo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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