
Não to Bem
Borges
Solidão e vulnerabilidade em "Não to Bem" de Borges
"Não to Bem", de Borges, expõe de forma direta o sentimento de solidão mesmo quando se está cercado de pessoas. O verso “Rodeado de gente, no fim, sem ninguém” mostra como o artista se sente isolado, um tema comum nas vivências urbanas e periféricas que ele costuma abordar. A repetição de “Falo que eu tô bem, tô bem, não tô bem” revela o esforço de esconder a dor e a vulnerabilidade, enquanto o sofrimento interno permanece.
A letra aprofunda questões de angústia e luta interna, como em “Eu tenho lidado com demônios na mente que assombram meu dia” e “Suicídios passam na minha mente, mas ninguém entende”. Borges fala abertamente sobre pensamentos suicidas e a dificuldade de ser compreendido, destacando o peso da solidão e da saúde mental abalada. O trecho “Eu me achei no amor, mas me perdi entre putas e drogas” mostra como relações pessoais e vícios se misturam em uma tentativa frustrada de preencher o vazio, levando à autossabotagem e culpa. Ao pedir desculpas à família e reconhecer o impacto negativo de suas escolhas, Borges revela sua vulnerabilidade e o desejo de ser ouvido. A música se transforma, assim, em um retrato honesto da dor silenciosa que muitos enfrentam, especialmente em contextos de exclusão social e emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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