
Proibidão 2020
Borges
Resistência e realidade social em "Proibidão 2020" de Borges
"Proibidão 2020", de Borges, traz uma abordagem direta sobre a vida nas favelas do Rio de Janeiro, especialmente na Pavuna, onde o artista cresceu. A música se destaca pelo tom agressivo e desafiador, refletindo a resistência diante da opressão policial e social. Quando Borges afirma “Podem matar, mas não vão me calar”, ele expressa a força de quem enfrenta diariamente a violência e a marginalização, temas centrais no trap nacional e na vivência de muitos jovens das periferias.
A letra mistura ostentação e relatos do cotidiano, como em “Passo voado, tiro pra caralho” e “Vou sarrar nela de AK trovão”, mostrando o ambiente hostil e a busca por respeito. O verso “Tu vai passar fome se o crime acabar” revela a dependência de muitos jovens do tráfico para sobreviver, enquanto a menção a “Bolando o crime perfeito pra matar o Bolsona” traz um tom de revolta política e insatisfação com o sistema. O uso de gírias como “péla” e “brechar” reforça a autenticidade e aproxima a música da linguagem das ruas. "Proibidão 2020" é um retrato cru da realidade do gueto, marcado por desafios, violência, desejo de ascensão e uma postura de enfrentamento diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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