
Raba (part. Rebeca Trans)
Nicky Mitrava
Empoderamento e irreverência em “Raba (part. Rebeca Trans)”
“Raba (part. Rebeca Trans)”, de Nicky Mitrava, transforma sensualidade e ostentação em símbolos de poder e autoafirmação, especialmente no contexto das favelas. A expressão “jogar a raba” vai além do convite à dança: representa liberdade corporal e confiança, mostrando que o corpo pode ser celebrado e exibido sem vergonha, mas sempre sob o controle das próprias artistas. A letra brinca com o desejo e o olhar dos outros, como em “Mas é só pra dá uma olhada / Enquanto baba baba baba”, deixando claro que quem dita as regras são as intérpretes, não quem observa.
A parceria entre Nicky Mitrava e Rebeca Trans reforça a mensagem de diversidade e autoexpressão. As duas artistas trazem suas identidades e estilos para a música, misturando referências de luxo e elementos populares em versos como “Blusinha da Gucci, sapato da vans” e “Muito money, Gucci e Prada”. O orgulho das origens e das conquistas aparece de forma natural. Temas sexuais são abordados de maneira ousada e divertida, como em “Minha xota tem gostinho de tutti-frutti” e “Eu jogo a raba e cê paga um boquete”, desafiando tabus e padrões de comportamento. Ao exigir reciprocidade e valorização, como em “Pode pegar, se for me bancar”, a música ironiza a objetificação e reforça o empoderamento. Assim, a faixa se destaca como um hino de irreverência, celebração da identidade e resistência para quem está à margem dos padrões tradicionais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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