
Casa da Vovó
Nico Rezende
Infância livre e afeto em “Casa da Vovó” de Nico Rezende
Em “Casa da Vovó”, Nico Rezende retrata a casa da avó como um espaço de liberdade, carinho e ausência de regras rígidas, em contraste com o cotidiano disciplinado das crianças. Versos como “Na casa da vovó até rolar no chão pode / Até comer com a mão” mostram que, ali, o bem-estar e a felicidade são prioridades, e não a disciplina. Essa atmosfera permissiva e acolhedora aparece também em trechos como “Vovó deixa até rabiscar na parede” e “Não precisa lavar pé e nem nariz”, reforçando a ideia de que, na casa da avó, as crianças podem ser espontâneas e se sentir à vontade.
A música utiliza situações simples e afetivas, como brincar de casinha, pular amarelinha e dormir na rede, para criar um tom nostálgico e leve, remetendo à infância e à convivência familiar. A comida especial da avó, mencionada em “macarrão com a farofa” e “ovo tem boca e nariz”, simboliza o cuidado e o afeto presentes nos pequenos gestos do dia a dia. O refrão “É o meu xodó, a casa da vovó” resume o apego e o carinho, enquanto “A casa da vovó é feita de amor” deixa claro o tema central: a casa da avó como um lugar de acolhimento, alegria e memórias afetivas. A canção, segundo fontes da web, foi criada para celebrar a importância das avós na formação emocional das crianças, tornando-se uma homenagem à infância e ao papel fundamental dessas figuras na família.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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