Cibernética
Nikila de Sousa
Relações virtuais e identidade em “Cibernética” de Nikila de Sousa
A música “Cibernética”, de Nikila de Sousa, explora de forma direta o impacto das relações virtuais, especialmente no contexto da pandemia, quando o contato físico era restrito e muitos relacionamentos se desenvolviam apenas pela internet. Ao descrever a amada como “eclética”, “categórica” e, principalmente, “cibernética”, a artista reforça a imagem de uma mulher moderna, multifacetada e profundamente inserida no universo digital. O termo “cibernética” vai além do ambiente virtual, sugerindo uma conexão intensa e quase futurista, onde o desejo e a admiração nascem das interações online.
A letra utiliza imagens marcantes, como “farejo a doberman, sinto o teu cheiro no ar”, para expressar a busca constante por esse amor distante, mesmo sem contato físico. A repetição de “I believe I can fly” (eu acredito que posso voar) e “ainda bem que a janela é porta” traz uma mensagem de otimismo, mostrando que as barreiras virtuais podem ser superadas e transformadas em oportunidades de encontro. O verso “eu vou pintar-te em mona lisa, mas com carapinha dura” se destaca ao unir a referência à famosa obra de arte com a valorização da beleza afrodescendente, celebrando a identidade cultural e a singularidade da mulher negra. Assim, “Cibernética” mistura romantismo, modernidade e afirmação cultural, refletindo os sentimentos de quem vive amores mediados pela tecnologia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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