
A Vida Que Ela Tem
Nina Baiocchi
Comparação e autoestima em “A Vida Que Ela Tem” de Nina Baiocchi
"A Vida Que Ela Tem", de Nina Baiocchi, aborda de forma direta o impacto negativo das comparações constantes, especialmente nas redes sociais, sobre a autoestima. No verso “Eu vejo a vida dela / Igual vejo a Netflix”, a artista mostra como a vida dos outros é consumida como entretenimento, sempre filtrada e editada, o que cria uma distância entre a realidade e a imagem idealizada. Esse olhar externo leva ao desejo de transformação, como fica claro em “vou botar silicone / mudar de RG, ou até mudo de nome”, evidenciando a pressão para se encaixar em padrões de beleza impostos pela mídia e pela sociedade digital.
A música também discute a normalização da inveja e da autocrítica. Em “E se a inveja vier me visitar / Eu abro a porta, faço um café”, Nina Baiocchi retrata uma aceitação quase automática desse sentimento, mostrando como ele se torna parte do cotidiano. A crítica à mídia aparece em “A mídia replica / Não aceita o diferente / Dietas infinitas, pra gente ficar doente”, apontando para os danos causados pela busca incessante por um ideal inalcançável. Ao repetir “Eu quero a vida que ela tem”, a canção evidencia o ciclo de insatisfação e questiona, em “Será que ninguém vê / Que a inveja também mata?”, o quanto esse sentimento pode ser destrutivo. Assim, a música serve como um alerta sobre os perigos da comparação e da busca por aprovação externa, incentivando a reflexão sobre autoestima e autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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