
Eu e o Rio
Noel Guarany
A jornada da vida e identidade em “Eu e o Rio”
Em “Eu e o Rio”, Noel Guarany usa o rio como símbolo da trajetória humana, destacando a busca por novos caminhos e a forte ligação com a natureza missioneira do Rio Grande do Sul. O verso “Estrada clara de seiva / Lua de estrelas prateado” transforma o rio em um caminho iluminado e cheio de vida, refletindo tanto a fertilidade da terra quanto a beleza do céu noturno. Esses elementos são centrais na cultura regional, que Guarany sempre valorizou em sua obra. O rio representa o fluxo contínuo da existência, onde cada curva traz novas possibilidades e desafios.
A letra tem um tom contemplativo e sereno, especialmente ao retratar o movimento calmo do rio e a passagem do tempo: “Passando no rio da vida / Vagando, sempre vagando”. A imagem do corpo como “barca perdida” sugere vulnerabilidade e incerteza diante do desconhecido. A repetição do tema da peregrinação – “Peregrino dos caminhos / No rumo dos horizontes” – reforça a ideia de que a vida é feita de partidas, buscas e despedidas. Assim como o rio nunca volta pelo mesmo caminho, as experiências humanas são únicas e irrepetíveis, marcadas por sonhos, saudades e o desejo de seguir em frente. Essa relação entre o homem e o rio, presente em toda a obra de Noel Guarany, celebra a identidade missioneira e a harmonia com a paisagem, ao mesmo tempo em que reflete sobre a natureza passageira da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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