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Trilce XLVI

Noel Nicola

Letra

Trilce XLVI

Trilce XLVI

A tarde cozinheira se detémLa tarde cocinera se detiene
na mesa onde você comeu;ante la mesa donde tú comiste;
e morta de fome sua memória vemy muerta de hambre tu memoria viene
sem provar nem água, de tão pura tristeza.sin probar ni agua, de lo puro triste.

Mas, como sempre, sua humildade se conformaMas, como siempre, tu humildad se aviene
com a bondade mais triste que lhe oferecem.a que le brinden la bondad más triste.
E você não quer agradar, pois vê quem chegaY no quieres gustar, que ves quien viene
filialmente à mesa onde você comeu.filialmente a la mesa en que comiste.

A tarde cozinheira te suplicaLa tarde cocinera te suplica
e chora em seu avental que ainda sujoy te llora en su delantal que aún sórdido
começa a nos querer de tanto ouvir-nos.nos empieza a querer de oírnos tanto.

Eu também me esforço, pois não há coragemYo hago esfuerzos también porque no hay valor
coragem para se servir dessas aves.valor para servirse de estas aves.
Ah! o que vamos nos servir já não é nada.¡Ah! qué nos vamos a servir ya nada.


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