
Poetas e Rios
Noite Ilustrada
Reflexão sobre erros e humanidade em “Poetas e Rios”
A música “Poetas e Rios”, de Noite Ilustrada, aborda de forma direta a aceitação dos próprios erros e imperfeições como parte da experiência humana. No trecho “Quantas rosas pisei / Quanta gente magoei / Andava tão distraído”, o eu lírico faz um balanço honesto do passado, reconhecendo atitudes impensadas e as consequências que causou. A expressão “amores bandidos” reforça a ideia de envolvimentos intensos, mas prejudiciais, enquanto a entrega do “melhor do meu eu” mostra generosidade desperdiçada em relações que não trouxeram retorno positivo.
O ponto central da canção é a comparação entre poetas e rios. O verso “Poeta vadio, poetas e rios / Se entregam, se danam / Não mudam jamais” associa a inquietação do artista à fluidez dos rios, ambos seguindo seu curso natural, mesmo diante de erros e sofrimentos. A música sugere que tanto poetas quanto rios não conseguem mudar sua essência, apesar das dificuldades. Ao pedir “me deixe errar / me deixe pecar / sou humano demais”, o narrador assume sua vulnerabilidade e pede compreensão, mostrando que errar faz parte do processo de amadurecimento. O desejo de que reste um “sonho” guardado para ele ao final reforça a busca por redenção e acolhimento. Assim, a canção convida à empatia, destacando que aprender com os próprios erros é fundamental para a vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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