
Delírio, Desejo, Mandrágora
Noturna Régia
Desejo e perigo em “Delírio, Desejo, Mandrágora” de Noturna Régia
Em “Delírio, Desejo, Mandrágora”, Noturna Régia utiliza a mandrágora como símbolo central para abordar o fascínio e o perigo presentes nas paixões intensas. A letra cria uma atmosfera mística, evocando lendas antigas e rituais mágicos para explorar como o desejo se conecta à natureza e à espiritualidade. Trechos como “rezam as lendas sob a aurora” e “preceitos da noite, na Lua os mistérios” situam a narrativa em um universo onde o sagrado e o profano se misturam, mostrando o desejo como uma força primordial, capaz de criar e destruir.
A mandrágora, conhecida por suas associações com magia e propriedades afrodisíacas, aparece como metáfora para experiências de êxtase e perigo, como em “frutos que semeiam luxúrias, raízes que alimentam delírios”. Expressões como “seiva letárgica” e “sangue coagula” reforçam a ideia de que o prazer pode ser tanto revigorante quanto paralisante, destacando a dualidade do desejo. A referência à “demônio maçã” amplia o tema da tentação, conectando a música ao mito do fruto proibido. O refrão “vindouro delírio, vindouro desejo” enfatiza o ciclo inevitável dessas forças, enquanto a mandrágora simboliza a ligação entre o mundo material e o espiritual, entre o prazer e o risco.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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