
Língua de Lagartixa
NSC
Hostilidade e justiça própria em “Língua de Lagartixa” do NSC
“Língua de Lagartixa”, do NSC, aborda de forma direta a rejeição e o perigo enfrentados pelos chamados "cabuetas" – pessoas que delatam membros da própria comunidade. A expressão "língua de lagartixa" é usada como metáfora para quem trai a confiança do grupo, especialmente ao colaborar com a polícia ou rivais. A letra deixa claro que a traição é considerada uma das piores faltas possíveis, como mostram versos como “cabuetou chá de sumiço” e “vai ser dois caixão, um pra ele e um pra língua”, indicando que a punição é severa e definitiva. O trecho “não venha me pedir misericórdia que eu não tenho” reforça a ideia de que não há espaço para perdão nesse contexto.
A música também faz referência a Lúcifer, como em “se explique pro Lúcifer”, associando o destino dos traidores a algo sombrio e irreversível. Além disso, a letra critica a dura realidade das favelas, onde a sobrevivência depende da lealdade e da manutenção da “lei do silêncio”. Frases como “quem matar o pau no cu merece um prêmio” e “quem com ferro fere com ferro será ferido” evidenciam a lógica de justiça própria e a falta de confiança nas instituições oficiais. O tom da música revela o ciclo de violência e desconfiança que marca a vida nas periferias, mostrando como a traição pode desestabilizar toda a comunidade e aprofundar ainda mais a sensação de insegurança e isolamento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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