
Reticências
Nuzio Medeiros
Desejo proibido e culpa em "Reticências" de Nuzio Medeiros
Em "Reticências", Nuzio Medeiros explora o dilema de um relacionamento extraconjugal, usando a metáfora "ponho reticências onde era ponto final" para mostrar a dificuldade dos personagens em encerrar uma história que sabem ser errada. Logo nos primeiros versos, como em “Tu tem anel no dedo, mas tira quando me vê / Somos três enganados: eu, ele e você”, o artista deixa claro o triângulo amoroso e o segredo compartilhado, evidenciando o peso emocional vivido por todos os envolvidos.
A música cria uma atmosfera íntima ao comparar o toque físico ao ato de tocar um violão, como em “Eu dedilho o seu corpo como toco um violão”, sugerindo tanto delicadeza quanto intensidade. O refrão, com “O que a gente faz é tão bom / Só que isso me faz tão mal”, resume o conflito central: o prazer do encontro se mistura à culpa e ao arrependimento. O termo “indecências” reforça o caráter proibido da relação, enquanto a escolha por "reticências" indica que, mesmo conscientes de que deveriam terminar, os personagens preferem manter a história em aberto. O contraste entre o ritmo animado e o tema confessional da letra intensifica a tensão entre o desejo e as consequências, tornando a música envolvente e emocionalmente complexa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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