
Já Fui Novo e Bonito
O Cancioneiro
Reflexão bem-humorada sobre envelhecer em “Já Fui Novo e Bonito”
Em “Já Fui Novo e Bonito”, O Cancioneiro aborda o envelhecimento com leveza e bom humor, evitando o tom de lamento e apostando na ironia para lidar com as mudanças físicas e emocionais. O verso “Fui galã, parei rodeio, hoje sou um velho feio” destaca o contraste entre a juventude cheia de beleza e conquistas e o presente marcado pela passagem do tempo. A repetição do refrão reforça que, apesar das transformações, existe orgulho e até carinho ao lembrar do passado.
A menção a “Malazarte” conecta o narrador à figura folclórica de Pedro Malasartes, símbolo de esperteza e vitalidade, sugerindo que a juventude não era só aparência, mas também marcada por astúcia. Agora, essa energia dá lugar à serenidade e simplicidade do cotidiano. A letra reconhece a inevitabilidade do tempo, como em “Não escapa, não escapa o tempo da o veredito”, mostrando que envelhecer é um destino comum. O tom nostálgico aparece em “Hoje eu tenho saudade de quando era bonito”, mas sempre equilibrado pelo humor e aceitação. O trecho final, que pede para inscrever na cruz “Aqui jaz um velho feio, mas já foi novo e bonito”, reforça que a memória da juventude permanece como parte essencial da identidade. O Cancioneiro transforma o tema do envelhecimento em uma celebração bem-humorada da vida, valorizando as histórias vividas e a autenticidade de cada fase.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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