Salve Os Proscritos
O Corcunda de Notre Dame
Empatia e justiça social em “Salve Os Proscritos”
Em “Salve Os Proscritos”, do musical O Corcunda de Notre Dame, Esmeralda faz uma escolha marcante ao direcionar sua oração não para si, mas para os marginalizados e desamparados. Ao dizer “Não peço por mim / Deus me valeu / Mas há tantos, por fim / Piores que eu”, ela demonstra solidariedade e coloca as necessidades dos outros acima das próprias. Essa atitude reforça o tema central da música: compaixão e justiça social, elementos presentes em todo o contexto do filme.
A letra destaca a condição de Esmeralda como "proscrita" – alguém excluída e sem proteção social – e amplia essa identificação para todos que sofrem discriminação e abandono. O trecho “Salve os proscritos / Pois não têm pão / Estão aflitos / Não há compaixão” faz uma crítica direta à indiferença social e à falta de empatia dos privilegiados. O tom de súplica, presente em versos como “Eu peço luz / Eu peço unção / Eu peço à cruz com fé em oração”, transmite esperança de que a fé e a intervenção divina possam trazer alívio e dignidade aos oprimidos. A música, que é uma oração à Virgem Maria, conecta-se à tradição de pedir proteção para os mais vulneráveis. A cena na catedral de Notre Dame reforça visualmente o desejo de acolhimento e justiça para todos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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