Os Sons de Notre Dame
O Corcunda de Notre Dame
Reflexão sobre moralidade em “Os Sons de Notre Dame”
A música “Os Sons de Notre Dame”, do filme O Corcunda de Notre Dame, utiliza a imponência dos sinos como símbolo da complexidade moral da história. Logo no início, a canção provoca o público ao perguntar: “Quem é o monstro? E o homem quem é?”, incentivando uma reflexão sobre julgamentos e aparências. O uso de coros gregorianos e hinos em latim, como “Kyrie Eleison” e “Dies Irae”, reforça o clima religioso e solene, ao mesmo tempo em que evidencia a hipocrisia do Juiz Frollo. Ele se apresenta como defensor da justiça divina, mas persegue e condena inocentes, como os ciganos e o próprio Quasímodo.
A letra descreve o despertar de Paris ao som dos sinos, ressaltando a diversidade desses sons e revelando que há um sineiro misterioso: Quasímodo. Sua história é marcada por tragédia e preconceito, desde a perseguição aos ciganos até a morte de sua mãe e sua adoção forçada por Frollo, que o isola no campanário e o chama de “meio-formado”. O refrão final retoma a questão sobre quem é o verdadeiro monstro, convidando o público a repensar conceitos de monstruosidade e humanidade. Ao abrir o filme com essa música, a narrativa já propõe uma discussão sobre intolerância, compaixão e o papel transformador da música e da fé, conectando a trajetória de Quasímodo à tradição clássica evocada pela melodia inspirada em Rachmaninoff.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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