
Retrovisor
O Teatro Mágico
Reflexões sobre memória e tempo em “Retrovisor”
Em “Retrovisor”, O Teatro Mágico usa a imagem do espelho retrovisor para explorar como nossas lembranças do passado podem ser distorcidas ou reinterpretadas com o tempo. Logo no início, a referência à inversão de imagens no retrovisor sugere que, assim como as letras e lados se invertem no espelho, nossas memórias também podem não ser fiéis à realidade. O trecho “O menino que me pediu R$0,10 / É um homem de idade no meu retrovisor” destaca a passagem do tempo e as mudanças nas pessoas, enquanto a história da menina que “vende-os por açúcar, prendas de quermesse” aborda questões sociais como pobreza e exploração, mostrando como as circunstâncias de vida podem ter consequências profundas.
A música também fala sobre a inevitabilidade de deixar coisas para trás ao seguir em frente, como em “Deixa explícito que se vou pra frente / Coisas ficam pra trás / A gente só nunca sabe que coisas são essas”. Essa incerteza sobre o que se perde ao avançar reforça o tom melancólico e reflexivo da canção. O retrovisor se torna, assim, um símbolo não só do passado, mas também das decisões tomadas, das oportunidades perdidas e das memórias não resolvidas, como em “Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas”. Ao trazer imagens do cotidiano, O Teatro Mágico convida o ouvinte a refletir sobre suas próprias escolhas, o fluxo do tempo e a natureza passageira das experiências.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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