
Canção da Terra
O Teatro Mágico
Rebeldia e esperança social em "Canção da Terra"
"Canção da Terra", de O Teatro Mágico, destaca a rebeldia como parte fundamental da natureza, colocando-a ao lado de elementos como campos, florestas e mares. A música sugere que lutar e resistir são atitudes tão naturais quanto o próprio ciclo da vida. O verso “ser sem-terra, ser guerreiro” faz uma referência direta ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), reforçando o compromisso social da letra e a defesa da reforma agrária.
A canção utiliza imagens bíblicas, como “no princípio o verbo se fez fogo” e “hora de ave maria”, para construir uma narrativa sobre a criação do mundo e a importância da terra como fonte de esperança. Ao afirmar que “terra é de quem plantar”, a letra critica a concentração de terras, comparando o latifúndio a um “inço” (erva daninha) que precisa ser eliminado. Essa metáfora reforça a ideia de que a terra deve pertencer a quem a cultiva. O tom de esperança aparece na missão de “semear” e na necessidade de romper “as cercas da ignorância” para superar a intolerância e promover justiça social.
A parceria entre Pedro Munhoz e O Teatro Mágico amplia o alcance da mensagem e valoriza o caráter coletivo da luta. A presença da música em uma novela popular e sua distribuição gratuita na internet ajudaram a espalhar o debate sobre a reforma agrária, tornando "Canção da Terra" um símbolo de esperança e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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