
O Sol e a Peneira
O Teatro Mágico
Crítica social e intolerância em “O Sol e a Peneira”
A música “O Sol e a Peneira”, de O Teatro Mágico, faz uma crítica direta à tentativa de esconder problemas sociais graves no Brasil, como a violência policial e a repressão nas periferias. O verso repetido “Querem tapar o sol com a peneira” denuncia a postura de autoridades e parte da sociedade que preferem ignorar ou minimizar questões evidentes, como a morte de jovens e a atuação violenta da polícia, destacada em “A perícia constata: É polícia quem mata também à revelia!”. O Teatro Mágico, conhecido pelo engajamento social, utiliza a canção para reforçar seu compromisso em abordar temas urgentes de forma artística e acessível.
A letra também aborda o preconceito e a intolerância, especialmente em relação à orientação sexual e à homofobia, como nos versos “O preconceito eleito / A culpa imoral / A violência descabida / Orientação sexual / Falta de respeito... Homofobia, quem diria! Amplificada pela ma-fé!”. Ao afirmar “Homem, mulher / Somos todos bichos / Nichos de mercado / Datados! Dotados de amor e querência”, a música questiona a desumanização e a mercantilização das pessoas, defendendo a diversidade e o respeito. A frase final “Onde sobra intolerância, falta inteligência!” resume a mensagem central: enfrentar as injustiças é fundamental, e não adianta tentar escondê-las. O tom direto e crítico da canção deixa claro que, diante de temas tão sérios, “de brincadeira aqui ninguém tá”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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