
Cidade Com Nome de Santo
Ogi
Retrato realista de São Paulo em “Cidade Com Nome de Santo”
Em “Cidade Com Nome de Santo”, Ogi faz um retrato direto e detalhado de São Paulo, especialmente das periferias. Logo no início, ao dizer que conta “histórias das quebradas do mundarel”, ele se coloca como um narrador das margens, dando voz a quem enfrenta dificuldades diárias, como viver à beira do rio e lidar com enchentes e abandono do poder público. O contexto do álbum “Crônicas da Cidade Cinza” reforça essa proposta de mostrar o cotidiano urbano por meio de personagens e situações que raramente aparecem nas grandes narrativas sobre a cidade.
Apesar de destacar os “defeitos” da cidade, Ogi demonstra afeto e senso de pertencimento: “Eu já conheço bem seu jeito / Eu conheço como a palma da mão / Eu sei bem que ela tem defeitos / Mas trago ela no meu coração”. Ele não idealiza São Paulo, mas reconhece sua complexidade, mostrando que a cidade “faz sorrir mas também faz chorar”. A expressão “cidade com nome de santo” faz referência direta a São Paulo, mas também traz uma ironia, já que o nome contrasta com as dificuldades enfrentadas por quem vive ali. Ao final, Ogi se compromete a “desvendar os seus segredos”, mostrando que seu olhar é próximo, atento e empático às contradições e nuances do espaço urbano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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