
Sete Vezes (Ponto de Exu)
Okun Jambá
Simbolismo e ancestralidade em "Sete Vezes (Ponto de Exu)"
Em "Sete Vezes (Ponto de Exu)", Okun Jambá utiliza a repetição do número sete para destacar sua importância nas religiões afro-brasileiras, especialmente na Umbanda. O sete está ligado a ciclos, proteção e renovação espiritual. Quando a letra diz “sete cores tem o arco-íris / sete cores tem o trono de meu pai”, ela une elementos naturais e sagrados, mostrando que Exu, figura central do culto, está presente tanto no mundo físico quanto no espiritual. O verso “sete vezes eu quase caí, mas na oitava eu não caio mais” ressalta a ideia de superação: após várias dificuldades, a força espiritual adquirida impede novas quedas.
A música também faz referência ao “povo nagô”, evocando a ancestralidade iorubá e a importância de manter vivas as tradições afro-brasileiras. O pedido para que Exu “guarde meus caminhos” e “proteja meu povo nagô” reforça o papel de Exu como guardião e guia, responsável pela proteção individual e coletiva. A frase “Exu bebeu” remete aos rituais de oferenda, nos quais bebidas são entregues à entidade como forma de agradecimento e comunicação, simbolizando a troca entre o mundo material e o espiritual. Dessa forma, a canção expressa fé, resistência e reverência, celebrando a força de Exu e a conexão com as raízes culturais do povo nagô.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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