Retrato Dos Meus Pelegos (part. Piero Ereno)
Olgi Krejci
Memória e saudade em "Retrato Dos Meus Pelegos" de Olgi Krejci
"Retrato Dos Meus Pelegos (part. Piero Ereno)", de Olgi Krejci, aborda a perda e a saudade a partir de elementos do cotidiano rural gaúcho. A música utiliza a história do cordeiro guaxo (órfão) e dos pelegos para criar uma metáfora sobre o ciclo da vida e a efemeridade das coisas. O verso “Tudo sucumbe ao tempo transcorrido / Assim se vai feito a flor da idade” destaca a inevitabilidade do tempo e a transitoriedade das experiências, conectando a vivência rural a sentimentos universais de perda.
A canção, frequentemente apresentada em festivais nativistas do Rio Grande do Sul, reforça sua ligação com a cultura regional ao valorizar objetos simples, como o pelego roto e o galpão antigo. Esses itens, que permanecem após a perda, tornam-se símbolos de memória e resistência ao esquecimento. A tristeza do narrador aparece em versos como “Chorei silente debruçada neles / O que tivera e já não tinha mais”, transmitindo uma melancolia profunda, mas também uma aceitação serena do destino. O refrão, ao repetir temas de tempo e saudade, amplia a sensação de que, apesar da dor, o afeto e as lembranças sobrevivem nos objetos e nas memórias que resistem ao tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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