
Soberano Rei
Olodum
Ramsés II e ancestralidade africana em “Soberano Rei”
Em “Soberano Rei”, o Olodum escolhe Ramsés II como figura central para valorizar a grandiosidade da civilização africana, especialmente o Egito Antigo, e reforçar o orgulho e a identidade do povo afro-brasileiro. Ao chamar Ramsés II de “rei o sol”, “filho da luz” e “grande criador de templos e arquiteturas”, a letra destaca feitos históricos como a construção do Templo de Luxor e de obeliscos. Esses elementos associam o faraó a símbolos de poder, iluminação e criatividade, mostrando uma herança africana sofisticada e rica.
A referência à Batalha de Kadesh e às “divisões aliadas ao rei” conecta o passado glorioso do Egito à luta e resistência presentes na história afrodescendente. O verso “historicamente trazendo o passado ao presente para vivermos o futuro mais ciente” deixa claro o objetivo da música: usar a memória histórica como ferramenta de conscientização e valorização cultural. Quando o Olodum afirma que “a Bahia canta outra vez a história do grande mito faraó”, cria um elo entre a cultura baiana e a ancestralidade africana, celebrando essa civilização como fonte de inspiração e identidade coletiva. Assim, a narrativa de Ramsés II se transforma em símbolo de resistência, orgulho e esperança para o presente e o futuro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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