
Arco-íris de Madagáscar
Olodum
Resistência e ancestralidade em "Arco-íris de Madagáscar"
"Arco-íris de Madagáscar", do Olodum, faz uma ponte entre a história de resistência do povo de Madagascar e a trajetória do povo negro no Brasil, especialmente em Salvador. A letra menciona figuras históricas como a Rainha Ranavalona e o Rei Radama, mostrando como a luta malgaxe se conecta à luta afro-brasileira. O título da música, ao trazer o arco-íris como símbolo, destaca a diversidade e a riqueza das culturas africanas, além de valorizar a miscigenação, como no verso: “Abrange Olodum uma cultura miscigenada / Mostrando origens, fatores e a revolução”. A referência ao Pelourinho reforça a importância desse espaço como símbolo de resistência e celebração da cultura afro-brasileira.
A música também valoriza a espiritualidade africana, citando Olodum e Olodumaré, divindades do candomblé, e associando-as à força criadora e à natureza: “Acredito no Deus dos Deuses Olodum / Do seus dialetos, reflexos e mistérios / Que é uma natureza maior”. O pedido para que Olodumaré torne o destino do povo “uma pura beleza” e a imagem do arco-íris reforçam a esperança, a união e a busca por liberdade e igualdade. O refrão “Quem baila, quem baila é Olodum” celebra a alegria, a resistência e o papel do grupo como símbolo de identidade e orgulho negro, transformando a canção em um verdadeiro hino à cultura afro-brasileira e à herança africana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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