
Sereia
Olodum
A força das orixás femininas em “Sereia” do Olodum
A música “Sereia”, do Olodum, destaca a conexão entre a espiritualidade afro-brasileira e a celebração popular no Pelourinho, em Salvador. O verso repetido “Sereia lá no mar cantou / O Olodum sacudiu o Pelô” mostra como o canto das divindades femininas das águas, como Iemanjá e Oxum, se mistura à energia coletiva do grupo Olodum, símbolo de resistência e alegria baiana. A canção faz uma ponte entre o sagrado e o cotidiano, mostrando que a presença dessas orixás está tanto nos rituais religiosos quanto nas festas populares.
O contexto da música está ligado à celebração do dia 2 de fevereiro, quando milhares de pessoas vão ao Rio Vermelho homenagear Iemanjá, chamada na letra de “Rainha das águas e de todos os mares” e “Dona Janaina, divina vaidade”. Oxum também é lembrada em “princípio feminino (Oxum) / Oxum em sua elegância e divina vaidade”, reforçando o papel dessas orixás como símbolos de feminilidade, fertilidade e beleza. Ao citar nomes como Aruká, Marabô, Inae e Janaina, a letra reconhece a diversidade das divindades das águas e valoriza as diferentes tradições afro-brasileiras. O Olodum, ao “sacudir o Pelô”, transforma a música em um ato de devoção e afirmação cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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