
Carne de Sol
Onildo Almeida
Tradição e alegria nordestina em “Carne de Sol”
A música “Carne de Sol”, de Onildo Almeida, destaca com entusiasmo as tradições culinárias do Nordeste, especialmente de Caruaru. Logo nos primeiros versos, a letra exalta pratos típicos como “feijão de corda com carne de sol, manteiga de garrafa e farinha quebradinha”, mostrando que a comida vai além da alimentação: ela representa identidade, orgulho e celebração coletiva. O trecho “A gente come tanto chega, chega, chega se lambuza” expressa de forma direta a alegria e o prazer de compartilhar esses sabores em um ambiente descontraído e acolhedor, típico dos encontros nordestinos ao redor da mesa.
A canção também faz referência a bares tradicionais, como “o bar de belo e o de natá”, e ao costume de “tomar uma caninha boa, enquanto a carne assa e sai o feijão”, reforçando o papel da comida e da bebida como elementos de convivência e pertencimento. Ao listar pratos como “carne de bode, linguiça torrada, sarapatel, pirão de buchada, tripa e miúdo, rabada”, Onildo Almeida transforma a culinária local em símbolo de orgulho e alegria. O tom leve e festivo da música valoriza a cultura nordestina, mostrando que, em Caruaru, comer é um ato de união, celebração e afirmação da identidade regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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