
Boi Lâmina Azul
Onildo Barbosa
Mistério e folclore sertanejo em “Boi Lâmina Azul”
“Boi Lâmina Azul”, de Onildo Barbosa, mergulha no universo mítico do sertão nordestino ao narrar a história de um boi lendário, marcado por símbolos como o “cruzeiro no lombo” e o “sete estrelas na testa”. Esses detalhes reforçam a ligação da música com a religiosidade e o imaginário popular da região. O boi, admirado e temido, resiste a todos os vaqueiros locais, o que aumenta sua aura de mistério e força.
O ponto central da narrativa é a chegada do vaqueiro negro, descrito como “parecendo um capataz” e envolto em traços quase sobrenaturais. A letra sugere sua natureza enigmática ao afirmar: “Ou era o diabo em figura / Ou parecia demais”. Essa ambiguidade faz com que o personagem seja visto tanto como uma figura lendária quanto como uma metáfora para forças além da compreensão humana. Só ele consegue domar o boi, e parte deixando um letreiro: “Estou apressado e adeus até nunca mais”. O desfecho reforça a ideia de que, no sertão, conquistas extraordinárias são passageiras e envoltas em mistério, alimentando o folclore local. A canção transmite admiração, respeito e fascínio pelo desconhecido, celebrando a força e o mistério das histórias sertanejas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Onildo Barbosa e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: