
A Última Estrofe
Orlando Silva
Nostalgia e esperança em "A Última Estrofe" de Orlando Silva
"A Última Estrofe", interpretada por Orlando Silva, destaca-se por usar a figura do trovador para conectar a experiência pessoal do narrador à dor universal do amor perdido. A letra descreve uma noite enluarada e a voz cansada do trovador, criando um clima de nostalgia e melancolia, reforçado pela melodia suave típica do estilo seresteiro de Orlando Silva. A lua aparece como confidente e testemunha do sofrimento amoroso — "Lua, vinha perto a madrugada, quando em ânsias, minha amada em meus braços desmaiou" —, recurso comum nas serenatas da época para simbolizar sentimentos profundos e inatingíveis.
A música aborda temas como saudade, solidão e esperança, especialmente ao mostrar o trovador que, mesmo após a perda, continua a cantar na esperança de que sua amada o escute e volte. O verso "Na esperança mais atroz... De que cantando em noite linda esta ingrata, volte ainda escutando a minha voz!" expressa esse desejo de reconciliação, mesmo diante do abandono. Lançada em 1935, a canção reflete o contexto da era do rádio e a influência de Orlando Silva como ícone do período. Metáforas como o "beijo do pecado" e a lua que "solidária com a tristeza, entre as nuvens se escondeu" ilustram a intensidade e o fim abrupto do amor. O diálogo final entre cantor e ouvinte reforça que o sofrimento amoroso é uma experiência compartilhada, aproximando artista e público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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