
Balalaika
Orlando Silva
Nostalgia e saudade em “Balalaika” de Orlando Silva
Em “Balalaika”, Orlando Silva utiliza referências à cultura russa, como a balalaica e o rio Volga, para criar um cenário que vai além do geográfico e mergulha em um universo emocional de nostalgia e saudade. O instrumento típico russo aparece como símbolo central da música, funcionando como uma ponte para memórias afetivas. Isso fica claro no trecho: “Quando escuto o teu som, balalaika / Qual criança eu me ponho a chorar”, em que o som da balalaica desperta lembranças profundas, remetendo à infância, juventude ou à terra natal, sugerindo um sentimento de exílio ou afastamento.
A letra reforça esse clima melancólico ao citar prazeres e experiências do passado, como “mulheres, risos, alegrias” e “valsa, romances, baladas, luar”, que agora só existem na memória. O verso “Não mais terei nunca mais que eu sei / Aqueles dias” mostra a consciência da perda e a impossibilidade de reviver esses momentos. O lamento se intensifica ao final, quando a lembrança da terra natal e dos “sonhos de amor que perdi” se mistura ao som da balalaica, tornando a saudade quase palpável. Assim, “Balalaika” transforma elementos da cultura russa em símbolos universais de perda, saudade e do poder da música de despertar lembranças.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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