Exibições da letra 53
Letra

    Chorei silencioso a minha dor
    Carpi o mal de ter-te um grande amor
    A vida para mim tem sido atroz, harpia
    Não tive em minha vida
    Um só minuto de alegria

    Chorei, chorei
    A minha desventura
    Lancei-me, então, no abismo da amargura
    Só porque tu não soubeste compreender o meu coração
    Condenaste uma existência à eterna solidão

    Na mansão tristonha e solitária da dor
    Sou tal qual um monge que professa resignação
    Mesmo na desventura esquecer procuro esse amor
    Essa dor cruel como só sabe ser a dor de uma paixão

    Nas tardes invernosas, quando ouço o canto crepuscular
    Dos pássaros canoros que trazem vida à minha solidão
    Sinto uma furtiva lágrima fria a rolar
    Despedaçando o meu dorido coração

    Na mansão tristonha e solitária da dor
    Sou tal qual um monge que professa resignação
    Hoje, na desventura, esquecer procuro esse amor
    Essa dor cruel como só sabe ser a dor de uma paixão

    Nas tardes invernosas, quando ouço o canto crepuscular
    Dos pássaros canoros que trazem vida à minha solidão
    Sinto uma furtiva lágrima fria a rolar
    Despedaçando o meu dorido coração

    Composição: Edilson Moreno. Essa informação está errada? Nos avise.

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