
Se o Mundo Acabasse Hoje (part. Borges)
Orochi
Hedonismo e busca de sentido em “Se o Mundo Acabasse Hoje”
“Se o Mundo Acabasse Hoje (part. Borges)”, de Orochi, explora como o medo do fim leva à busca por prazeres imediatos como forma de lidar com a ansiedade e o vazio existencial. O verso “Eu ia dar um dois e ver tudo derretendo / Claro que eu ia transar / Se ainda tivesse tempo” mostra claramente essa entrega ao hedonismo, sugerindo que, diante do apocalipse, aproveitar o momento sem culpa se torna uma resposta natural.
A música também questiona o valor real das conquistas materiais e das memórias quando confrontadas com a mortalidade. Trechos como “Notas e joias / Devem se despedir quando o mundo acabar / Nossas memórias / Será que vão tá aqui quando o mundo acabar?” refletem uma geração que se sente desiludida com os padrões tradicionais de sucesso. Ao citar bens como “ouro, roupa cara, joia rara, nota de cem”, Orochi e Borges levantam dúvidas sobre o que realmente importa quando tudo pode acabar a qualquer momento. A letra mistura niilismo e escapismo, mas também revela uma busca por autenticidade e significado, como fica claro no final: “No fim do mundo eu vou estar chapado / E não me esquecer que eu tentei ser alguém”. Assim, a música propõe viver intensamente, mesmo que isso signifique se anestesiar diante do caos, sem perder de vista o desejo de deixar uma marca pessoal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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