Carnaval de Olinda e boemia em “Hino” da Orquestra de Frevo do Babá
A música “Hino”, da Orquestra de Frevo do Babá, retrata de forma leve e animada o cotidiano boêmio e a celebração coletiva que caracterizam o Carnaval de Olinda. A letra destaca bares, ruas e personagens locais, mostrando que o frevo está presente tanto nos grandes blocos quanto nas pequenas reuniões entre amigos. Ao mencionar bairros e pontos tradicionais como Amparo, Amaro Branco, Quatro Cantos e a Sé, a canção cria um verdadeiro mapa afetivo da cidade, aproximando o ouvinte do ambiente vibrante do Carnaval olindense.
O clima de amizade é reforçado pela citação de figuras conhecidas da boemia local, como Gilmar, Doutor, Mutreta, Niltinho, Passu, Amaro, Bode, Arlindinho, Jonas, Baé e Cabeção. Esses nomes representam a coletividade e a tradição oral do Carnaval de Olinda. O verso “E o mé que não para de rolar” faz referência ao consumo constante de bebida, típico das festas carnavalescas. Já o trecho “Amigo Déu é Dez de charque e uma latinha” brinca com o hábito de pedir petiscos e bebidas fiado, reforçando o tom bem-humorado e a informalidade das relações nesses encontros. A repetição do pedido para “pendurar mais essa continha” evidencia a confiança e a cumplicidade entre os participantes, elementos centrais para a atmosfera de liberdade e alegria que o frevo proporciona. Assim, a música se torna um retrato fiel e afetuoso da cultura popular de Olinda, celebrando seus espaços e personagens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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