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Saudade dos Manin

Oruam

Ausência e resiliência em "Saudade dos Manin" de Oruam

Em "Saudade dos Manin", Oruam compartilha uma visão íntima sobre a ausência dos amigos, especialmente daqueles que estão presos, usando o termo "privados" para se referir a quem está encarcerado. A expressão "aguardando lili" aparece na letra como uma gíria para quem espera a liberdade ou o alvará de soltura, reforçando o contexto das periferias brasileiras. Oruam, filho de Marcinho VP, um dos líderes do Comando Vermelho, traz para a música sua vivência direta com o sistema prisional e a constante sensação de perda, seja pela prisão ou pela morte de pessoas próximas: “Uns tão privado aguardando lili / E uns que hoje não tão mais aqui”.

A letra também revela o sentimento de impotência diante do tempo, como em “Se eu tivesse um relógio que parasse no tempo / Iria querer nos meus momentos com você”, mostrando o desejo de reviver momentos com os amigos. Apesar da saudade intensa, Oruam destaca a necessidade de seguir em frente, mesmo com o coração apertado. Ao citar “Joguei Glock na mesa, passei por uns pipoco”, ele faz referência à violência e aos perigos do cotidiano, mas também à superação, já que, apesar das dificuldades, não deixou a saudade dominar e conseguiu transformar a dor em força. O tom direto e nostálgico da música representa a luta e a resiliência de muitos jovens das periferias, que buscam transformar a saudade em motivação para continuar.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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