Cantiga De Rio E Remo
Os Angüeras
Tradição e identidade ribeirinha em “Cantiga De Rio E Remo”
Em “Cantiga De Rio E Remo”, Os Angüeras retratam a vida dos pescadores do sul do Brasil, destacando a forte ligação entre a comunidade ribeirinha e os rios Uruguai e Ibicuí. Logo no início, a repetição do verso “óia o dourado...” evidencia a expectativa e a emoção do pescador diante da possibilidade de uma boa pesca. Esse chamado coletivo é típico das margens desses rios, onde a pesca vai além do sustento: é também celebração e parte da identidade local. A menção a peixes como dourado, piava e surubi reforça o retrato fiel da fauna regional e a importância desses rios para o cotidiano da comunidade.
A letra também constrói uma atmosfera nostálgica e acolhedora ao tratar a cantiga como uma companheira de vida: “muito amiga e me acompanha desde o dia que nasci”. Isso sugere que a música faz parte do patrimônio imaterial da região, sendo transmitida de geração em geração e acompanhando os pescadores em suas jornadas. Ao afirmar que a cantiga “é o pão na mesa para a fome de quem pesca”, a música destaca o papel vital da pesca para o sustento, valorizando a simplicidade e a humildade de quem vive do rio. Assim, “Cantiga De Rio E Remo” celebra a ligação profunda entre homem, natureza e tradição, transmitindo sentimentos de pertencimento, respeito e gratidão pelo modo de vida ribeirinho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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