
Origens
Os Fagundes
A valorização das raízes em “Origens” de Os Fagundes
A música “Origens”, de Os Fagundes, ressalta como a identidade gaúcha é formada pela mistura de influências indígenas e africanas. Isso fica claro nos versos: “O índio, que vive em mim / Bate um tambor / No meu peito / O negro, também assim / Tempera e adoça / O meu jeito”. Ao citar essas origens, a canção reconhece e valoriza explicitamente a contribuição desses povos para a cultura do Rio Grande do Sul, indo além do tradicional orgulho regional para afirmar uma identidade construída na diversidade e na convivência de diferentes heranças.
A letra também faz referência a elementos do cotidiano gaúcho, como “laço”, “boleadera”, “garrucha” e “facão”, reforçando a ligação com a terra e as tradições locais. Esses símbolos, junto com a imagem do “guri pêlo duro campeando o mundo de amor”, transmitem a ideia de continuidade cultural: a cultura gaúcha é passada de geração em geração, e qualquer jovem que busque suas origens encontrará esse legado. O refrão “Eu sei que não vou morrer / Porque de mim vai ficar / O mundo que eu construí / O meu Rio Grande, o meu lar” sugere que a verdadeira imortalidade está em manter vivas as raízes e valores, perpetuando-os por meio da música, da memória e do orgulho de ser gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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