
Sestiando Nos Meus Pelegos
Os Fagundes
Tradição e afeto no cotidiano de “Sestiando Nos Meus Pelegos”
A música “Sestiando Nos Meus Pelegos”, de Os Fagundes, valoriza o cotidiano simples e as tradições do interior gaúcho, usando elementos regionais para transmitir afeto e intimidade. Termos como “sestiar” (descansar após o almoço), “pelegos” (peles de carneiro usadas como assento ou coberta) e “pala” (poncho típico) reforçam a ambientação local e simbolizam o aconchego compartilhado entre o casal. Quando o narrador convida a parceira para “sestiar nos meus pelegos e te tapá com meu pala”, ele expressa o desejo de dividir não só o espaço, mas também carinho e proteção, transformando objetos do dia a dia em gestos de cuidado.
A letra destaca a importância da reciprocidade e da partilha, como em “Quero repartir contigo o que é meu pela metade / Quase um saco de carinho e essa carga de saudade”, mostrando que o amor se constrói nos pequenos gestos e na convivência diária. O verso “Eu quero viver a vida te amando e querendo bem / Pois me atiro nos teus braços igual burro no azevém” usa uma comparação típica do campo para transmitir entrega e confiança, reforçando o tom espontâneo e regionalista. Ao mencionar os filhos como “um é a cara da mãe, o outro é o focinho do pai”, a canção celebra a continuidade dos laços familiares e das tradições, encerrando com uma homenagem à vida em família no ambiente rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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