
Valsa do Meu Pai
Os Mirins
Memória e tradição familiar em “Valsa do Meu Pai”
“Valsa do Meu Pai”, do grupo Os Mirins, retrata de forma sensível a ligação entre memória afetiva, tradição gaúcha e a relação entre pai e filho. A música utiliza a lembrança dos bailes tradicionais, conhecidos como fandangos, para mostrar como a dança e a música são elementos fundamentais na transmissão de valores e costumes familiares. O trecho “Quando eu danço, me balanço / Numa valsa que vem e que vai / Eu me lembro, dos fandangos / Que eu ia com o velho meu pai” destaca como a experiência de dançar uma valsa desperta recordações marcantes da infância, especialmente os momentos vividos ao lado do pai, figura central na formação da identidade e no fortalecimento dos laços familiares.
A canção também utiliza imagens vívidas, como “a cordeona chorava e roncava” e “o pó levantava”, para transportar o ouvinte ao ambiente dos bailes de chão batido, onde a música da gaita (cordeona) e a energia da dança criavam memórias duradouras. O refrão “oilairi oilairai” transmite a alegria espontânea desses encontros, enquanto versos como “Tempos verdes de lembrança / Dos mais lindos que eu já vivi” e “Ilusão dos tempos de guri” reforçam a idealização da infância e a valorização das raízes familiares. Os Mirins, reconhecidos por preservar a cultura gaúcha, mostram nesta música como o tradicionalismo mantém vivas as histórias e sentimentos que definem a identidade regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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