
12 de Junho
Os Mulekes
Memórias e saudade no Dia dos Namorados em “12 de Junho”
A música “12 de Junho”, do grupo Os Mulekes, transforma o Dia dos Namorados em um símbolo de saudade e perda. Enquanto a data costuma ser associada à celebração do amor, aqui ela marca o fim de um relacionamento e a ausência sentida ano após ano. Elementos como o álbum de fotografias, o livro de poemas e as alianças “totalmente abandonadas, empoeiradas, consumidas pelo tempo” reforçam como o tempo apaga os rastros de um amor que já foi intenso, tornando a data ainda mais dolorosa para quem ficou.
A letra transmite um sentimento de resignação, especialmente no verso “todo ano é assim, eu não te tenho e nem te espero mais”, mostrando que a dor se repete, mas também que existe uma aceitação do fim. A frase “as rosas que eu te dei viraram pó junto com os sonhos dedicados a nós dois” usa a imagem das flores para mostrar a fragilidade dos sentimentos e dos planos que não se realizaram. Mesmo com a distância e o silêncio da pessoa amada, como em “te clamo e você nem aí, te ligo e ouço a sua voz calado”, a confissão “eu tenho que admitir que ainda estou apaixonado” revela que o sentimento persiste, apesar do tempo. Composta por Pezinho, a canção reflete a abordagem sensível de Os Mulekes sobre o amor e a perda, marcada pela honestidade e simplicidade emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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