
Ferro na Boneca
Novos Baianos
Liberdade e energia em “Ferro na Boneca” dos Novos Baianos
“Ferro na Boneca”, dos Novos Baianos, transforma uma gíria popular dos anos 1970 em símbolo de intensidade e energia, refletindo o espírito irreverente e experimental do grupo em seu álbum de estreia. A expressão “é ferro na boneca” era usada para indicar algo feito com muita força ou entusiasmo, e na música serve como um grito de afirmação para uma jornada sem limites. Isso fica claro no trecho: “Não, não é uma estrada, é uma viagem / Tão, tão viva quanto a morte / Não tem sul nem norte / Nem passagem”, que reforça a ideia de uma experiência livre, sem destino fixo ou regras, alinhada ao clima psicodélico do rock da época.
A letra brinca com a ideia de movimento e desprendimento, sugerindo que o importante é seguir em frente sem olhar para trás, como em “Necas de olhar pra trás / O quente com o veneno”. O uso de sons onomatopaicos, como “pluft, pluft, pluft, pluft”, e a repetição de “é ferro na boneca / é no gogó, nenê” reforçam o tom descontraído e espontâneo, transmitindo uma celebração da vida. O termo “no gogó” pode ser entendido como fazer algo na raça, na voz, sem artifícios, o que dialoga com a proposta crua e autêntica do grupo nesse início de carreira. Assim, a música convida a viver com intensidade e liberdade, representando bem o espírito inovador dos Novos Baianos naquele momento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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