
Feira Moderna
Os Paralamas do Sucesso
Contrastes sociais e crítica em "Feira Moderna" dos Paralamas
"Feira Moderna", interpretada por Os Paralamas do Sucesso, explora o contraste entre o convite sedutor da modernidade e a sensação de apatia ou distanciamento social. A letra traz versos enigmáticos e imagens fragmentadas, refletindo a influência do Clube da Esquina, grupo dos compositores originais. O trecho “Tua cor é o que eles olham, velha chaga / Teu sorriso é o que eles temem, medo medo” critica a superficialidade e o preconceito, mostrando uma sociedade que julga pela aparência e teme a autenticidade e a alegria genuína das pessoas.
A repetição do chamado à “telefonista” e frases como “a palavra já morreu” e “a distância já morreu” sugerem uma comunicação vazia e relações humanas cada vez mais impessoais, mesmo em um cenário de aparente modernidade e conexão. O verso “Meu coração é novo / E eu nem li o jornal” indica uma busca por renovação interior e certa alienação diante do excesso de informações e da rotina. Já a referência a “Independência ou morte / Descansa em berço forte / A paz na terra amém” mistura símbolos nacionais e religiosos, ironizando a acomodação diante de ideais que perderam força. Assim, "Feira Moderna" faz uma crítica sensível à sociedade em transformação, onde o novo e o velho convivem e a busca por sentido se destaca em meio à banalidade do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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