
Tertúlia
Os Serranos
Tradição e pertencimento em "Tertúlia" de Os Serranos
A música "Tertúlia", de Os Serranos, destaca como elementos simples do cotidiano rural, como a "chamarra", a "chinoca", a "chaleira" e o "mate amargo", são símbolos marcantes da identidade gaúcha. O termo "tertúlia" vai além de um encontro comum: representa um espaço de resistência cultural, onde as tradições são preservadas e compartilhadas entre amigos, familiares e vizinhos. A canção valoriza o ambiente acolhedor dessas reuniões, ressaltando a importância do convívio e da transmissão oral das histórias e sentimentos.
A letra traz versos como “Tertúlia é o eco das vozes perdidas no campo afora / Cantiga brotando livre novo prenúncio de aurora”, mostrando a tertúlia como um espaço de liberdade e expressão autêntica. O trecho “É o batismo dos sem nome / Rodeio dos desgarrados / Grito de alerta do pampa / Tribuna de injustiçados” reforça o papel social dessas reuniões, que servem de refúgio e dão voz aos que se sentem excluídos. No final, a imagem do "violão e o poeta" chorando abraçados sintetiza o tom nostálgico da música, celebrando a força da cultura gaúcha e a importância de manter vivas as raízes e tradições do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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