
Roda que Roda
Os Serranos
Tradição e pertencimento em “Roda que Roda” dos Serranos
Em “Roda que Roda”, Os Serranos utilizam a imagem da cuia de chimarrão “rodando de mão em mão” para simbolizar a transmissão de valores, tradições e afetos entre gerações. Essa metáfora central não se limita ao ato de compartilhar a bebida típica, mas representa a passagem de saberes e histórias que definem a identidade gaúcha, especialmente na região da Bossoroca, próxima a São Luiz. O chimarrão, nesse contexto, torna-se um elo entre passado e presente, reforçando o sentimento de pertencimento e continuidade cultural.
A letra destaca o orgulho do narrador por suas origens, como em “Sou cria da Bossoroca lindeira ali de São Luiz / Não saio da minha toca se ali me sinto feliz”, evidenciando a valorização da terra natal e dos costumes locais. Elementos tradicionais, como o laço, a boleadeira e a lida campeira, são apresentados como aprendizados fundamentais que moldam o caráter e a identidade do gaúcho. O ambiente de confraternização ao redor do fogo do galpão, com música e chimarrão, reforça a importância da coletividade e dos laços comunitários. Assim, a música se torna uma homenagem ao modo de vida gaúcho, celebrando a força das tradições e o orgulho de manter vivas as raízes culturais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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