
Pelos
Os Serranos
Tradição e identidade gaúcha em “Pelos” de Os Serranos
Em “Pelos”, Os Serranos destacam a forte ligação entre o gaúcho e seus cavalos, usando uma lista detalhada de pelagens como baios, ruanos, sebrunos, doradilhos, tobianos, alazões, pretos, tordilhos, gateados, lobunos e zainos. Essa enumeração não é apenas uma demonstração de conhecimento técnico, mas também um sinal de respeito e orgulho pela tradição campeira. Cada termo escolhido reforça a importância do cavalo no cotidiano do homem do campo e valoriza a diversidade presente na cultura rural do sul do Brasil. Palavras como “cabano” e “rancho” ajudam a criar uma atmosfera autêntica, aproximando o ouvinte do universo rural gaúcho.
O refrão “São gritos de bamo cavalo, toca, toca, êra, êra” transmite a energia das atividades campeiras, funcionando como um chamado coletivo que une homens e animais no trabalho e na tradição. A referência ao “potro mouro” no final da música simboliza a busca por novos desafios, característica marcante do espírito tradicionalista gaúcho. Dessa forma, a canção vai além de uma simples enumeração: ela expressa o vínculo afetivo, o orgulho e a perseverança do homem do campo, tornando-se um retrato fiel da identidade gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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