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Quando Meu Basto Se Agarra

Os Tiranos

Letra

    Foi na barra do ribeiro,
    Numa charla pacholenta.
    Que o zé claudio perguntou,
    Temperando uma água benta.
    Se eu não domava um gateado
    De largar xispa das venta
    Que ele já domou que chega
    E se apartou das ferramentas

    Conheço bem m'ias prateadas
    E o basto de cinchar touro
    Meu mango trança de doze,
    Buçal e pelego mouro.
    Quando meu basto se agarra,
    Dou-le pau de afrouxa o couro.
    Que de beiçudo maleva
    Nunca guentei desaforo.

    Quando meu basto se agarra
    Num corcóvo bem cinchado
    Parece até que o rio grande
    Balança e pende pros lados

    O corcóvo é mais bonito
    Se for de um gateado oveiro
    Pealado de corda e meia,
    Prás graças do fazendeiro.
    O potro bufa e coiceia,
    Manoteando o chão brejeiro.
    E sai riscando as paletas,
    Contra os ferro garroneiros.

    Te digo amigo zé claudio,
    Que eu gineteio por farra.
    Deitando chirca e macega,
    Num enleio de pata e garra.
    Na fazenda casa branca,
    Se algum potro se desgarra.
    Pinto de rubro as chilenas
    Porque meu basto se agarra.

    Composição: Angelo Marques / Eder Oliveira Nativo / Volnei Gomes. Essa informação está errada? Nos avise.

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