
Águas Passadas
Oshaman
Reflexão sobre o tempo e o desapego em “Águas Passadas”
Em “Águas Passadas”, Oshaman utiliza imagens simples do cotidiano para abordar temas profundos como o tempo, a solidão e o desapego. Logo no início, a metáfora do cigarro — “Cada cigarro / Que eu dou um trago / É mais um ano que se passou” — mostra como pequenos hábitos podem marcar a passagem dos anos e o acúmulo de experiências. O título sugere a ideia de deixar o passado para trás, mas a letra revela que esse processo é difícil e envolve uma luta interna entre seguir em frente e ficar preso a memórias repetidas, como em “Caminhando sobre pedras / Que eu já pisei / Não tem uma coisa no mundo / Que eu não sei”.
A música explora sentimentos de isolamento e falta de pertencimento, evidenciados em versos como “Eu não sei o que é sentir (amar) / Me desculpa se eu partir / Não tenho um lugar / Onde eu possa ficar”. O protagonista se mostra cansado, como se a vida fosse um ciclo de experiências já vividas, reforçado pela frase “Eu sei que perco tempo / Mas eu sei que tenho tempo demais / Eu não vivi pouco / Eu vi nascendo os pais dos meus pais”. Segundo o próprio Oshaman, a intenção era retratar a monotonia e a busca por significado, refletidas na repetição e na descrença de novidades. No fim, ao aceitar que tudo são “águas passadas”, o eu lírico tenta encontrar paz diante da falta de propósito, observando a vida passar e buscando, mesmo sem esperança, algum sentido ou conexão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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