
Quero-quero
Oswaldir e Carlos Magrão
Identidade gaúcha e bravura em “Quero-quero”
A música “Quero-quero”, de Oswaldir e Carlos Magrão, celebra a forte ligação entre o povo gaúcho e o quero-quero, ave símbolo do Rio Grande do Sul. A letra destaca a bravura, a astúcia e o papel de sentinela do pássaro, traçando um paralelo direto com as virtudes tradicionalmente associadas ao gaúcho. No verso “Tem sob as asas dois ferrões, pontas de lança / Fibra na alma e bravuras de gaúcho”, a canção compara as características físicas e comportamentais do quero-quero à coragem e à disposição do gaúcho para defender seu território. O quero-quero é retratado como um guardião das planícies, sempre atento e pronto para proteger seu ninho, como reforça o trecho “Passa a vida defendendo o próprio chão / Impõe respeito quando se para gritar”.
A música também valoriza a inteligência e a estratégia do quero-quero, associando essas qualidades à sagacidade do povo do campo. O trecho “deixa seu ninho camuflado na macega / Como despiste vai pousar noutro lugar” evidencia a habilidade do pássaro em proteger o que é seu, servindo de metáfora para a astúcia diante das dificuldades. O orgulho regional aparece no refrão, ao chamar o quero-quero de “lenda viva da grande pampa gaúcha” e afirmar “Igual a ele vou peleando por aí / Defendendo a pampa e a arte que venero”. Assim, a canção transforma o quero-quero em um símbolo de identidade, resistência e paixão pela terra, conectando o cotidiano do campo à herança cultural do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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