
Lago Verde Azul
Oswaldir e Carlos Magrão
Memórias e raízes gaúchas em “Lago Verde Azul”
“Lago Verde Azul”, de Oswaldir e Carlos Magrão, explora a ligação profunda entre as memórias de infância e a paisagem da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. A música destaca como o ambiente natural, com coqueiros, figueiras e a fauna local, se torna parte essencial da identidade do narrador. Nos versos “O medo de andar solito, ouvindo vozes e gritos / E até do barco um apito na sua imaginação”, a canção mostra que o medo e a imaginação infantil não são apenas fragilidades, mas experiências formadoras e autênticas da infância.
O refrão apresenta a lagoa como um “verdadeiro tesouro” e um presente divino para a América do Sul, reforçando o valor afetivo e simbólico do lugar. A nostalgia é central, especialmente quando a letra relembra “os tempos que ainda tinha o bailado da tainha / Quando o boto vinha com gaivotas em revoada”, evocando uma natureza mais viva e abundante do passado. O retorno do narrador ao local de infância, expresso em “E hoje eu volto ali, no lugar que eu vivi / Onde andei quando guri, me olho lagoa em ti / E me enxergo chorando”, sintetiza o reencontro com as próprias origens e a emoção diante das mudanças do tempo. Assim, a música valoriza a Lagoa dos Patos como símbolo de pertencimento, saudade e identidade para o povo gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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