Tradução gerada automaticamente

Noches Largas (part. Oscar Serpa)
Osvaldo Fresedo
Noites Longas (part. Oscar Serpa)
Noches Largas (part. Oscar Serpa)
O cigarro queimou meus dedosEl cigarrillo me quemó los dedos
O pedido em vão se quebrou na minha vozEl ruego inútil se quebró en mi voz
E naquela esquinaY en esa esquina
Dos velhos sonhosDe los viejos sueños
Ficamos sozinhosQuedamos solos
Sua lembrança e euTu recuerdo y yo
Dor de noitesDolor de noches
Que se tornaram longasQue se hicieron largas
Rigidez do rancorRigor de encono
Que deixou o perdãoQue dejó el perdón
Depois a febreDespués la fiebre
De apressar sem pausaDe apurar sin pausa
A taça amargaLa copa amarga
Que serviu, seu adeusQue sirvió, tu adiós
Noites longasNoches largas
Amansando essa nostalgiaAmansando está nostalgia
Que me persegue e que me negaQue me acosa y que me niega
A esperança de esquecerLa esperanza de olvidar
Cruz pesadaCruz pesada
Dessa espera longa e vãDe esta espera larga y vana
Com lembranças e fantasmasCon recuerdos y fantasmas
Que te nomeiam ao passarQue te nombran al pasar
E essa dorY esta pena
E esse desejo que te clamaY este afán que te reclama
Nem seu nome que em meus lábiosNi tu nombre que en mis labios
É consolo e é rigorEs consuelo y es rigor
Noites longasNoches largas
Sacudido na tempestadeZarandeado en la borrasca
De dor e de abandonoDe dolor y de abandono
Que seu esquecimento desatouQue tu olvido desató



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