
Mineira de Uberaba (part. Pedro Bento e Zé Da Estrada)
Otávio Augusto e Gabriel
Independência feminina e orgulho rural em “Mineira de Uberaba”
Em “Mineira de Uberaba (part. Pedro Bento e Zé Da Estrada)”, Otávio Augusto e Gabriel apresentam uma narrativa que foge dos padrões tradicionais do sertanejo raiz ao destacar a independência da mulher do campo. A personagem principal, chamada de "morena boiadeira", recusa o pedido de casamento do narrador e deixa claro seu desejo de manter a própria liberdade. Ao afirmar: “vivo muito bem solteira / por dinheiro eu não me vendo eu também sou fazendeira”, ela rompe com o estereótipo da mulher rural submissa, mostrando-se autossuficiente, orgulhosa de sua profissão e de suas raízes.
A escolha de Uberaba como cenário reforça a autenticidade da história, já que a cidade é conhecida por sua forte tradição pecuária. A letra valoriza as habilidades da mineira, como montar burro bravo e laçar gado arisco, evidenciando sua força e competência. O tom nostálgico do narrador revela admiração e respeito pela boiadeira, que, ao partir sozinha em sua “besta marchadeira”, simboliza a liberdade e autonomia que escolhe preservar. Assim, a música se destaca ao valorizar a mulher do campo como protagonista de sua própria história e identidade regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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